« ...e tudo o que vivi, amei, sofri, será sempre um olhar.»
Wednesday, September 06, 2006
Olhando na mesma direcção
1 comment:
Anonymous
said...
"Alma gémea...
Vi-te na sombra que projecto na calçada que percorro.
Sonho com o que suponho seres tu:
...por momentos abraço-te no que te sonho...
...e encontro-te na brisa quente dos meus desejos.
...desejos que controlo na vontade de te encontrar!
...imagino-te a silhueta e o sorriso amigo!
...sinto-te a pele numa química que não se duplica.
...cheiro-te o cheiro que é só teu... e meu!
...sinto-te a seda dos cabelos que o vento e os dias percorrem nos meus.
...solto-te livre nos vales desta emoção sem fim...
...amo-te sem o ter de dizer e sem que o tenhas de ouvir!
...oiço-te nas palavras que nunca dirás!
...vejo-te na pureza cega de quem não vê mas sente!
...sinto-nos entregues na eternidade breve de uma vida.
...sei-te longe mas sinto-te perto no que nunca partiste.
...entrego-me na segurança de um sentimento uterino.
...revejo-te na imagem que projecto no espelho.
...sinto-te no que nunca senti.
...entrego-me como nunca me entreguei.
Não te conheço, nunca te vi, nunca te cheirei mas sonho na certeza de existires mesmo que nunca o venha a confirmares. Almas gémeas, seguras, estáveis no fogo e no gelo de amar... mas separadas por tempos e espaços que talvez um dia o destino queira cumprir!
1 comment:
"Alma gémea...
Vi-te na sombra que projecto na calçada que percorro.
Sonho com o que suponho seres tu:
...por momentos abraço-te no que te sonho...
...e encontro-te na brisa quente dos meus desejos.
...desejos que controlo na vontade de te encontrar!
...imagino-te a silhueta e o sorriso amigo!
...sinto-te a pele numa química que não se duplica.
...cheiro-te o cheiro que é só teu... e meu!
...sinto-te a seda dos cabelos que o vento e os dias percorrem nos meus.
...solto-te livre nos vales desta emoção sem fim...
...amo-te sem o ter de dizer e sem que o tenhas de ouvir!
...oiço-te nas palavras que nunca dirás!
...vejo-te na pureza cega de quem não vê mas sente!
...sinto-nos entregues na eternidade breve de uma vida.
...sei-te longe mas sinto-te perto no que nunca partiste.
...entrego-me na segurança de um sentimento uterino.
...revejo-te na imagem que projecto no espelho.
...sinto-te no que nunca senti.
...entrego-me como nunca me entreguei.
Não te conheço, nunca te vi, nunca te cheirei mas sonho na certeza de existires mesmo que nunca o venha a confirmares. Almas gémeas, seguras, estáveis no fogo e no gelo de amar... mas separadas por tempos e espaços que talvez um dia o destino queira cumprir!
Não sei quem és... mas amo-te!" por 'Morpheu'
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